14 mil horas/mês de pesquisas são feitas na UCS

“Inovar não é comprar tecnologia”. Essa foi a premissa da palestra do reitor da Universidade de Caxias do Sul (UCS), professor Evaldo Antônio Kuiava, durante almoço no Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG), nesta segunda-feira, 11. Com o tema “Ciência, Tecnologia e Universidade: oportunidades para o empreendedor”, Kuiava destacou para dezenas de empresários que não basta apenas investir em máquinas, mas qualificar profissionais.

Em quase uma hora, o professor falou sobre a importância de buscar formas de crescer na área em que se atua. “Só na UCS, a cadeira ‘empreendedorismo’ é passada a 800 alunos por semestre. Lá, eles aprendem que empreender não é apenas abrir uma empresa e tocar um negócio, e sim, empreender dentro da empresa que atua, empreender em sua vida particular, encontrar soluções conjuntas. O papel da universidade é mostrar isso, mudar o conceito que para empreender é preciso ser dono do próprio negócio”, destacou, afirmando que a contribuição das empresas e do governo forma um tripé com o educandário.

Além disso, Kuiava afirmou que só na UCS são feitas mais de 14 mil horas de pesquisas por mês e colocou os laboratórios à disposição do empresariado. “A universidade hoje pode ajudar as empresas a encontrar melhores resultados. Nós dispomos de cursos, laboratórios, profissionais e diversas outras soluções”, afirmou.

Questionado sobre como a UCS tem lidado com a falta de interesse de muitos alunos com os estudos e as limitações com que muitos chegam até os bancos de graduação em princípios básicos como português, matemática e história, o reitor é categórico. “O Brasil tem um grande déficit em sua base educacional e somente um projeto ousado poderia mudar esse cenário. Enquanto isso não acontece, nós preparamos nossos professores para que utilizem as melhores dinâmicas para lidarem com pessoas de diferentes comportamentos e níveis educacionais”, concluiu.

Reportagem: Raquel Konrad

 

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