3º Bpat tem novo comandante

Foi realizada na manhã desta terça-feira, dia 10, a cerimônia de troca de comando do 3º Batalhão de Policiamento de Áreas Turísticas (3º Bpat). O major Álvaro Martinelli, 39 anos, assume o posto deixado pelo também major José Paulo Marinho, que agora atua junto à Casa Militar no Gabinete do Governador José Ivo Sartori, em Porto Alegre. O evento ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Vereadores, em Bento Gonçalves.

Promovido a major em dezembro do ano passado, Martinelli é ex-comandante do 3º Batalhão de Operações Especiais (BOE), de Passo Fundo, e agora é o responsável pelo comando da Brigada Militar (BM) em Bento Gonçalves e mais 23 municípios da região. De acordo com o novo comandante, o 3° Bpat é reconhecido pelo esforço dos servidores. “Tive a oportunidade de trabalhar em outros municípios em ações e operações e posso garantir que a imagem do efetivo da Brigada Militar da Serra é de profissionais que se dedicam àquilo que estão fazendo”, afirma.

Além da dedicação do quadro de policiais, Martinelli avalia como positivo e de extrema importância o envolvimento da comunidade. “Seja com o aporte de recursos, seja na interação e troca de ideias. É de extrema valia o apoio da sociedade em geral”, ressalta o oficial.

O comandante reiterou ainda a importância do Policiamento Comunitário como peça fundamental no combate à criminalidade. “O policial não se aproxima da comunidade porque ele já faz parte dela. Por ter esse contato direto com o morador do bairro, da rua ou da comunidade, se cria um canal de confiança muito maior, principalmente no que se refere a denúncias, ações e movimentações de quadrilhas e tráfico de drogas”, afirma Martinelli.

O major ressaltou também que uma das prioridades é proteger o anonimato. Segundo o comandante, é fundamental que a população esteja engajada no combate à criminalidade. “Quero ressaltar que sempre iremos proteger o anonimato. Infelizmente, muitas pessoas deixam de denunciar por receio de represálias”, garante.

Martinelli finalizou dizendo que sabe das dificuldades enfrentadas pela BM em todo o Estado, porém, garantiu que projetos já estão sendo articulados. “A defasagem de efetivo é algo histórico na Brigada Militar. O que a gente já está buscando, e temos alguns projetos neste sentido, é agregarmos tecnologias à otimização os serviços. A ideia é atingir diretamente os pontos-chave, sem perder tempo”, acrescenta.

Para trabalhar a parte preventiva e repressiva tão logo os fatos aconteçam, o major avalia como fundamental uma atuação mais incisiva. “Conseguir capturar o indivíduo o quanto antes e entregá-lo à Justiça. Dessa forma, conseguiremos dar respostas à sociedade”, aponta. “A comunidade não irá ver dezenas de viaturas nas ruas, porque a realidade infelizmente não é essa, não temos toda essa estrutura. Mas aliando tecnologia à qualificação do servidor e de recursos daremos resposta a todo e qualquer tipo de crime”, conclui.

Reportagem: Jonathan Zanotto

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