Banalização da Estética

Estamos chegando a uma das estações mais esperadas do ano, o verão, e com ele também surge a busca pelo corpo perfeito – embora eu acredite que não existe corpo perfeito, e sim aquele com o qual você é feliz. Nesse período, é crescente o número de procedimentos estéticos realizados em harmonização facial e corporal.

Em virtude desse crescimento, nas últimas semanas estive observando diversos colegas publicando em suas redes sociais a importância de procurar por profissionais que passem segurança e conhecimento para seus clientes, sem falar, é claro, com formação na área, pois assim como o número de procedimentos crescem, as intercorrências também.

São muitas as técnicas realizadas na área da estética, tanto para tratamentos faciais como corporais, sendo hoje a utilização dos injetáveis a mais procurada em virtude dos resultados que são alcançados. Porém, ao mesmo tempo, tem-se observado um número crescente de profissionais que não possuem nível Superior e habilitação atuando com estas técnicas, muitas vezes aprendido com um simples curso de final de semana ou virtual, gerando insegurança e aplicação incorreta dos protocolos.

Esta insegurança muitas vezes é causada pela falta de conhecimento sobre os produtos utilizados, uma vez que para cada tipo de pele existe um tipo de produto ou técnica a ser utilizada. Não é hábito dos clientes perguntarem aos profissionais qual marca ou substância estão sendo utilizados e é aí que surgem os problemas, pois muitos destes que aplicam sem possuir a formação correta, utilizam de produtos de baixa qualidade ou de forma inadequada para conquistar clientes através de valores que não conseguimos nem classificar sabendo o quanto custa estes produtos.

Portanto, ao optar por realizar estes tratamentos, primeiro busque por um profissional habilitado, e segundo, questione ao máximo o profissional sobre as técnicas que serão utilizadas e os produtos aplicados para este fim, pois nem todos os clientes podem passar por estes tratamentos, lembrando que o barato pode sair caro tanto para quem realiza como para aquele que recebe o tratamento.

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