Bento recebe os secretários municipais de Saúde

 Os secretários municipais da Saúde de várias cidades do Rio Grande do Sul estarão reunidos a partir das 19h desta terça-feira, dia 14, para a 23ª edição do Seminário de Municipalização de Saúde. O tema do evento, que
prosseguirá até quinta-feira dia 16, com painéis, debates e oficinas, será ‘’A construção das redes do SUS a partir da Atenção Básica, com enfoque nas realidades regionais’’. Para a solenidade de abertura está confirmada a participação do secretário estadual da Saúde, Ciro Simoni, do diretor do departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Hêider Aurélio Pinto, do presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Vilmar Perin Zanchin, e do presidente do Conselho das Secretarias Municipais do Rio Grande do Sul (Assedisa/Cosems-RS), Arilson Cardoso.

O seminário é realizado há mais de duas décadas em uma parceria entre a Assedisa/Cosems-RS e a Famurs. Neste ano foram elaboradas sete oficinas temáticas, cujo objetivo é oferecer um raio-x dos principais desafios sobre o tema no Estado. Ao mesmo tempo, de forma conjunta entre Ministério da Saúde, Secretaria da Saúde, coordenadorias regionais e municípios, haverá a busca de alternativas para os problemas que dificultam o acesso da comunidade riograndense aos serviços de saúde. Para o presidente da Assedisa/Cosems-RS, o foco dos gestores municipais de saúde deve se voltar à Atenção Básica, devendo esta ser a principal forma de o usuário acessar os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). “O paciente necessita de um acompanhamento integral para que tenhamos efetividade no atendimento”, diz. “A partir daí poderemos gerenciar melhor a rede regional de referência de modo a ampliar a cobertura da demanda”.

Segundo o coordenador da área de Saúde da Famurs, Leonildo Mariani, serão ouvidas as diferentes realidades de todas as 19 coordenadorias regionais gaúchas. “Teremos muito tempo para a participação. Vamos traçar um raio-x
da situação e construir soluções viáveis por meio destas oficinas para uma melhor saúde pública e primária no Rio Grande do Sul”, diz. Mariani reforça ainda que outra luta permanente da saúde municipalista é a regulamentação da Emenda 29, propondo alternativas para o Estado no cumprimento do alcance do percentual de 12% a ser atingido gradativamente até o ano de 2014.

Com informações da assessoria de imprensa

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