“Claro que Podemos” completa um mês com palestra de executivo da Marcopolo

“O futuro das organizações – e nações – dependerá cada vez mais de sua capacidade de aprender coletivamente”. Foi com a frase de Peter Senge, autor do best-seller “A Quinta Disciplina”, que Joneval Zanella Gomes, analista de negócios na Marcopolo, deu início à palestra na noite da última terça-feira, dia 2. A apresentação, realizada na sala de eventos do Hotel Vinocap, encerrou o primeiro módulo do programa “Claro Que Podemos” (CQP), iniciado há um mês e que conta com 11 colaboradores de empresas associadas ao CIC/BG. A entidade é a idealizadora desse circuito, que contempla treinamento, qualificação e desenvolvimento sob medida.

O CQP iniciou no dia 5 de julho e terá duração de seis meses, totalizando 162 horas/aula. É composto por seis módulos, divididos em seis eixos, com quatro grandes temas cada: visão sistêmica, modelagem, marcos regulatórios, gestão, comunicação e planejamento. A intenção do CIC/BG é possibilitar ferramentas para qualificar a gestão das empresas associadas e, consequentemente, torná-las competitivas tanto local quanto nacionalmente para associados.

Além dos alunos participantes do curso e seus convidados, a palestra contou com a presença do presidente do CIC/BG, Laudir Miguel Piccoli, e do presidente do Conselho Superior do CIC/BG, Leonardo Giordani. Ao todo, foram aproximadamente 40 pessoas, que ouviram atentamente as palavras do experiente executivo. Gomes promoveu uma série de questionamentos e reflexões no sentido de mostrar os desafios na gestão de recursos humanos. "Será que o mundo mudou realmente ou será que ele sempre esteve em constante mudança?". 

De acordo com o executivo, o termo visão sistêmica significa conectar diferentes processos a diferentes partes para que o todo alcance um mesmo objetivo final. "É preciso ver além do trivial, ou seja, ver o todo, analisar outros elementos além daqueles básicos, é tempo de enxergar as coisas sob outro prisma, envolver as pessoas, aprender com os erros, estudar alternativas e buscar a solução", destacou.

Para Martin Ricardo Schulz, gestor da Austa Banco de Competências e facilitador do curso, o “Claro que podemos” se diferencia não apenas pelos conteúdos práticos e pelas dinâmicas, mas também pelo formato de aulas interativas, em Seminários de Investigação Apreciativa, em que os empresários participantes capitalizam aprendizado sobre os pontos fortes de cada negócio, possibilitando unir a prática com a teoria. “Cabe também observar que, unindo diversas áreas de atuação, o CQP fomenta semanalmente a troca de experiências dos alunos vividas em seus respectivos segmentos empresariais, e a sua relação com o assunto abordado. O número limitado de participantes é outro diferencial do programa, que reforça o rendimento da turma e supera expectativas, mostrando a assertividade do nosso sistema de aulas, que terminam com seções de consultoria. Tudo isso tem comprovado o sucesso do primeiro curso do CQP e já estamos prevendo duas turmas em 2017 com outros temas e nova edição”, aponta.

 

Fotos: Conceitocom Brasil | Divulgação

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