Conta de água pode ficar 70% mais cara

O desafio para coletar e tratar o esgoto em Bento Gonçalves vai além da construção de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e redes de coleta. O maior entrave que o município deve enfrentar, conforme projeta o superintendente regional da Companhia Rio-grandense de Saneamento (Corsan) na região Nordeste, Alexsander Cerentini Pacico, é fazer com que a população ligue suas residências à rede de coleta.  “De nada adiante ter a ETE pronta se o esgoto não chega até ela”, preocupa-se.

Este é um debate que a Corsan enfrenta em outros municípios e deve enfrentar também em Bento Gonçalves. A adesão ao serviço representa um aumento de 70% nas taxas a serem pagas. Na prática, significa que, se uma família gasta R$ 30 por mês com sua conta de água, aderindo à coleta e tratamento de esgoto, a conta saltaria para R$ 51. “Sabemos que é um custo elevado para muitas famílias, que podem optar por não ligar suas residências à rede de esgoto por uma questão financeira”, comenta.

O entrave acontece porque ninguém é obrigado a fazer esta ligação da residência à rede de esgoto. “Precisamos encontrar meios para incentivar a população a aderir ao serviço”, reconhece.

 

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Carina Furlanetto

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