Prefeitura conclui investigações sobre desmaio de criança em Bento

Assim como divulgado em comunicado ainda na segunda-feira, 24/01, prefeitura reafirmou que sintoma não teve relação com o imunizante da Pfizer. “Após exames e análise clínica, foi constatado, pelas duas esferas, que a síncope não foi provocada pela vacina”, afirmou em nota

A prefeitura de Bento Gonçalves divulgou na quinta-feira, 27/01, os resultados da investigação quanto ao episódio de desmaio de uma criança no município após receber o imunizante da Pfizer contra a COVID-19. Ainda na segunda, 24/01, a administração pública já havia afirmado que o prontuário médio do menino Felipe Menzen Slotnicki, de 10 anos, não havia indicado relação com a vacina. Mesmo assim, instaurou investigação por meio da secretaria municipal e estadual de Saúde. Dessa forma, segundo a prefeitura, foi confirmado que o desmaio “não teve reação ao imunizante da Pfizer/pediátrico. Ou seja, após exames e análise clínica, foi constatado, pelas duas esferas, que a síncope não foi provocada pela vacina. Com o resultado, o processo está concluído”, afirmou em nota.

Na quinta-feira, 27/01, a secretária de Saúde Tatiane Misturini Fiorio, uma equipe profissional da UPA, coordenação médica, vigilância epidemiológica e coordenação de imunização, estiveram reunidos com um familiar da criança para entregar os prontuários médicos e exames e orientar sobre o processo realizado. 

“A secretaria da Saúde reafirma o compromisso com a saúde da população. E que ao ser notificada sobre o caso, realizou o atendimento imediato da criança, com a realização de exames e acompanhamento”, complementou a prefeitura durante a nota. “Além disso, conforme preconiza o protocolo do Ministério da Saúde, foram informados os órgãos como 5ª Coordenadoria de Saúde e Centro Estadual de Vigilância sobre o caso”, continuou.

A vacinação para as crianças segue normalmente no município, dentro dos protocolos estabelecidos para vacinação do grupo infantil. No momento estão sendo vacinadas as crianças de oito a 11 anos sem comorbidades e de cinco a 11 anos com comorbidades.

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