Quando descansar é impossível

Somente em Bento Gonçalves, desde o início do ano, o número de ocorrências de perturbação do sossego chega a mais de mil. A média é de 60 ligações a cada final de semana, o que obriga o deslocamento de viaturas e soldados para tentar apaziguar situações, o que nem sempre resolve.

Para o comandante da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Policiamento de Áreas Turísticas (3º BPat), capitão Reni Onírio Zdruikoski, o principal problema nestes casos não é a denúncia em si, mas a falta de uma pessoa que denuncie. Na prática isto significa dizer que quando alguém liga para o 190 e solicita apoio, a viatura vai até o local, mas, caso a pessoa que ligou não assuma a responsabilidade e registre um boletim de ocorrência, tudo que os soldados podem fazer é advertir verbalmente quem está atrapalhando o descanso alheio. “Muitas vezes só a aproximação da viatura é suficiente para que o volume do som, por exemplo, seja abaixado. Mas se não houver ninguém que assuma a denúncia e aceite registrar um boletim de ocorrência, quando os soldados deixarem o local é provável que a algazarra volte a ser feita e o incômodo recomece”, conta Zdruikoski.

Confira a reportagem na íntegra na edição desta sexta-feira do jornal SerraNossa.

Greice Scotton

 

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